Proteger a casa ficou mais urgente no Brasil.

O aumento dos eventos climáticos, dos custos de manutenção e da preocupação com proteção patrimonial fez com que mais brasileiros passassem a enxergar o seguro residencial como uma ferramenta de segurança e planejamento.

Os números ajudam a explicar essa transformação.

Em 2025, o seguro residencial movimentou R$ 6,66 bilhões em prêmios no Brasil.

No primeiro trimestre de 2026, o segmento alcançou R$ 1,73 bilhão, registrando crescimento de 10,5% em relação ao mesmo período do ano anterior – o maior volume já registrado para um primeiro trimestre.

Além disso, o crescimento acumulado entre 2022 e 2025 chegou a 49,2%.

 

Ainda existe uma grande oportunidade de proteção.

Apesar do crescimento, a penetração do seguro residencial no Brasil ainda é baixa.

Atualmente, apenas cerca de 17% dos domicílios brasileiros possuem seguro residencial.

Na prática, isso representa aproximadamente 13 milhões de residências protegidas, em um universo muito maior de lares expostos a riscos como:

  • Incêndios;
  • Danos elétricos;
  • Roubos;
  • Alagamentos;
  • Vendavais;
  • Outros eventos inesperados.

Esse cenário mostra que muitas famílias ainda estão vulneráveis a situações que podem gerar impactos financeiros relevantes.

 

O novo cenário climático aumentou a necessidade de proteção.

A expansão recente do seguro residencial também está relacionada às mudanças no ambiente climático.

Chuvas intensas, granizo, vendavais e oscilações elétricas tornaram-se eventos mais frequentes em diversas regiões do país.

Ao mesmo tempo, o aumento dos custos de materiais, mão de obra e manutenção doméstica elevou o impacto financeiro de qualquer imprevisto.

Um problema que antes poderia ser resolvido rapidamente hoje pode representar um custo significativo para o orçamento familiar.

Por isso, a proteção residencial passou a assumir um papel mais estratégico.

 

Seguro residencial vai além de grandes imprevistos.

Um dos equívocos mais comuns é associar o seguro residencial apenas a situações graves, como incêndios ou roubos.

Na realidade, ele também oferece suporte para situações do dia a dia.

Segundo dados do setor, aproximadamente 65% dos acionamentos estão relacionados a serviços de assistência, como:

  • Chaveiro;
  • Encanador;
  • Eletricista;
  • Vidraceiro.

Ou seja, além de proteger o patrimônio, o seguro residencial ajuda a resolver problemas cotidianos com mais rapidez, praticidade e menos desgaste.

 

Proteger a casa é proteger a estabilidade.

A casa representa muito mais do que um imóvel.

Ela concentra patrimônio, histórias, conquistas e a rotina de uma família.

Por isso, proteger esse espaço deixou de ser apenas uma decisão financeira.

Tornou-se uma forma de preservar estabilidade, tranquilidade e segurança diante de situações inesperadas.

O seguro residencial moderno não representa apenas uma indenização quando algo acontece.

Ele representa suporte, prevenção e capacidade de recuperação.

 

Fontes consultadas

Papo Imobiliário – Seguro residencial cresce 10,5% no início de 2026
SEGS – Seguro residencial dispara impulsionado pela crise climática e aumento dos custos de manutenção
SUSEP – Sistema de Estatísticas do Setor de Seguros

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